Sejam bem-vindes!

Sejam bem-vindas ao Kakumei, criaturas da noite!
O Kakumei é meu porto seguro no meio do mar revolto da internet desde 2006. Como toda navegante, eu sempre volto pro Kakumei e pro mar de nadas da internet.
Bem-vinde & do not resist the thriller ♥


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Tenie


Mestra Tenie dos Horrores. Touro, INFJ, 4w5. Nerd e CDF. Bi e apaixonada.
Graduada em MKT e mestre em EC, tech em IT. Gosto de gatos e livros (e HQs), de sorvete e milkshake, coisas fofas e coisas assustadoras, playlists estilo Alpha FM. Sempre amei blogar pelo prazer de fazer um post, escolher os gifs, comentar nos bloguinhos amigos, e ficar de boas nesse semi-anonimato. Atualmente em uma crise existencial por causa do Labubu.


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10 curiosidades sobre mim + new lay
written by Tenie at segunda-feira, 29 de junho de 2026

Depois de muito enrolar, troquei o layout. Esse tava sentado há um tempão esperando eu mexer nele.
Ainda preciso dar uns toques finais, mas o grosso eu já subi e estou contente com essa versão mais clean. O layout do Caco, eu decidi, estava bem Pride e bem empetecado de coisa, então ficou aqui durante o mês.
Eu sei que agora fadas são super sexy e em voga, mas eu sinto falta das fadinhas assim, mais Sininho. Alguém lembra daquele desenho dela, como era bonito? Nossa. Saudades dos cadernos das fadinhas! Eram ilustras lindas.
Ainda quero ler O príncipe cruel, porém. Falaram que é muito bom.
A vida segue no mesmo marasmo: mando currículo, vou à academia, faço meu freela, leio meus livros, enxaguo e repito. 
Não sei bem onde o futuro vai me levar. Sinto isso tanto pra bem, como uma esperança do que virá, quanto pra mal,  como uma sensação de falta de perspectiva e um medo gigante de ficar parada pra sempre.
Eu tenho sentido saudades da minha avó. Da segurança que ela me dava. Do jeitinho dela. De poder falar que eu li os livros que ela leu e que eram bons ou ruins. De mostrar vídeos no Youtube pra ela. De ver tv juntas. Ou só de saber que ela estava lá.
Meu luto é bem resolvido, eu acredito. Mas a saudade é um sentimento que massacra mesmo quando você se sente bem-resolvido.
Eu tenho um dia pra terminar A louca matança (Chester Hymes) e aí vou ter completado minha meta semestral. Fiquei um pouco atravancada com A rainha vermelha e Katábasis, mesmo tendo gostado de ambos.
Mas vamos ao tema do mês do Entreblogs antes que comece o jogo do Brasil.

10 curiosidades sobre mim 

  1. Sou uma autora publicada, mas vocês nunca vão encontrar o livro pra vender, porque ele nunca realmente foi publicado exceto por uma tiragem baixinha só para os autores. Eu participei da antologia Flash: amor em curta metragem, com o conto Pessoas de Celofane.
  2. Fui finalista do concurso de talentos da USP, o Nascentes, na categoria Texto. Pude ler uma versão resumida do meu conto, História de Vó, para um anfiteatro meio vazio. [EDIT: A pedidos, publiquei os textos no meu blog de escrita.]
  3. Minha avó fingia que era a Emília, do Sítio do Pica-Pau Amarelo, quando me ligava às vezes. Eu morria de medo e ela achava a maior graça. Morta de medo da minha vó estar possuída pela Annabelle brasileira hahahahaha 
  4. Eu achava que um lobisomem morava num barracão que tinha na minha escola e morri de medo até depois dos 13.
  5. Meu primeiro blog se deu por causa de um blog chamado Sakura4ever, nunca achei nem vestígio dele no Wayback Machine.
  6. Eu não conhecia Cavaleiros do Zodíaco direito até começar a ler fanfics deles e aí comecei a ver o desenho pra acompanhar. Ainda gosto mais das fanfics, mas o desenho me diverte.
  7.  Eu fiz aulas de desenho mangá dos 12 aos 18 anos, mas nunca saí do rosto.
  8. Tenho mais de 300 livros em casa.
  9. Eu só fui aprender que eu amo fantoches e amo os Muppets com 20 e tantos anos. O objetivo é descobrir como eu faço um fantoche pra mim agora.
  10.  Eu gosto de ver vídeos sobre escultura em sabão/sabonete.

Enfim, são  algumas bobeirinhas sobre mim.
Opa, bem em tempo pro jogo!
Eterna otimista que sou, acho que vamos perder. hahaha
Se cuidem até lá!
Kisus 😘

 


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[TOGETHER] O estranho caso do glacê da meia-noite
written by Tenie at sábado, 28 de abril de 2018

Hoje tem Together, galera!
Eu escrevi este conto em 30 minutos no último dia antes de fechar o prazo, então. Eu estou me dando tapinhas nas costas agora.
Meu conjunto de palavras era o 11: Vampiro, correio e glacê.
Não sei qual o estado desta budega, mas está aí. As palavras obrigatórias estão sublinhadas, pra não confundir com as palavras que têm ênfase, que estão em itálico.
Bom, tem uns palavrões e algumas menções a sex toys e coisas lowkey impróprias pros di menor. Por favor, atentem pra classificação 16 anos do conto hahahaha



O estranho caso do glacê da meia-noite

Quando o moço do correio me entregou a caixinha parda sem nenhuma marca ou identificação de empresa, eu tive certeza que aqueles eram os dildos que eu tinha comprado depois de muita, muita pesquisa. Sex toys são investimentos de alto envolvimento, como vocês devem saber, e obviamente demandam pesquisa e dedicação.
E eu certamente não queria ninguém com olho grande nas minhas particularidades, portanto, eu fiquei muito satisfeita que a caixa não tinha identificação. Só achei duas coisas meio esquisitas: meu nome não estava na etiqueta de destinatário, mas o meu endereço estava, então eu meio que deixei isso quieto; e a forma estranha como o carteiro me entregou o pacote e disse, em um tom sinistro:
-Faça bom proveito disso e cuide bem dele.
Eu não respondi, mas acho que não havia ninguém mais vermelha ou encafifada que eu naquele dia, num raio de 3 km.
Entrei em casa meio puta, meio desconfortável... Caramba, será que ele olhou dentro da minha encomenda? O lacre estava okay, mas vai saber! Ele trabalha pros Correios, fita pra fechar caixa é o que não deve faltar, certo?
Mas nada disso realmente importava! Eu estava muito animada porque o feriado seria prolongado e a minha encomenda tinha chegado bem a tempo de eu me isolar da sociedade por três dias inteiros para cuidar da minha frustração sexual. E, acima de tudo, evitar contato humano. Aaaaah, a vida é boa, não?
Estava tudo bem, até que eu abri a caixa, tirei todos os isorporezínhos em forma de S do meu caminho e cheguei ao produto... Não eram meus dildos anatomicamente confortáveis e em cores fofas.
Era uma porra de um caderninho de receita da vovó. UMA PORRA DE UM CADERNINHO DE RECEITA DA VOVÓ!
Meu feriado prolongado pra cuidar da frustração sexual estava arruinado! Eu tinha todo o direito de estar puta naquela hora, e tenho todo o direito de permanecer emputecida.
Confesso, era um caderninho jeitosinho, com capa de courinho e umas estampas douradas. Nem parecia um caderninho de receitas, mas quando eu abri - e abri mesmo, se 'tava comigo, eu tinha direitos! - estava escrito em caligrafia bem fresca. E chamo de fresca, porque esse lance de caligrafia cheia de voltas e o caralho é frescura (N/A: Tenie gosta de caligrafia, diferente da personagem):

O grande livro de receitas sombrias de Vovó Calista

É de cair o cu da bunda! Como uma porra dessas veio parar na minha casinha? Eu nem tenho uma ancestral chamada Calista! Eu nem gosto de cozinhar!
Ah, por que eu? Dentre todas as pessoas, por que eu?
Fiquei os próximos momentos jogada no sofá, xeretando o caderninho só de raiva. Tinha umas receitas bem esquisitonas, com sangue e gente morta e lances ritualísticos e menções a criaturas sobrenaturais... Alguém tinha que estar me zuando! Eu estava sendo vítima de alguma câmera escondida ou alguma coisa assim.
Dentre todas as receitas escritas por um adolescente emo dos anos 2000, o carro-chefe da palhaçada parecia ser um tal de Glacê da Meia-Noite, feito de um vampiro para os outros vampiros, e que incluía vários rolês como uma colher de café de medula recém-extraída, dois copos de sangue de virgens e aquafaba - porque obviamente tudo fica mais legal se for vegano e se ninguém tiver comido seus humanos antes de você comê-los literalmente.
Aparentemente, Vovó Calista passou a vida toda procurando formas de tornar a dieta sobrenatural menos nojenta e realmente saborosa. Eu estou cagando pra dieta dos vampiros, dos lobisomens, do chupa-cabra e do pé grande!
Meu feriado está arruinado, eu não quero que ninguém tente me animar!
Isso é falta de respeito com a mulher trabalhadora atrás de diversão privativa e pouco inocente! O que eu devo fazer agora? Sair e socializar????? Entrar em um aplicativo de pegação e marcar com um cara que não acharia um clitóris nem se o Google Maps narrasse o caminho pra ele????????
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!
O mundo é mau e cínico.

Eu quase caio da cadeira quando, enquanto ouço Men at Work e trabalho em uma planilha de programação, alguém do correio grita do portão. Eu pego a outra caixa, com o caderninho jogado lá dentro de qualquer jeito, e corro pra atender.
É o mocinho fofo que sempre entrega coisas aqui. Ele me entrega a caixa, sem identificação, mas com meu nome lá na etiqueta - para meu alívio total e completo - e eu assino aquele papel que eu tenho que assinar.
Antes que ele vá, eu pergunto da outra caixa, querendo muito me livrar dela, esperar até às 18h e dar início ao feriado do pecado, if you know what I mean.
Ele olha para a caixa e, um pouco confuso e bastante sem graça, diz que não foi entregue pelos correiros, provavelmente. E, de fato, nem selo tem. Merda.
Volto pra minha casinha. Deixo o caderninho de Dona Calista em cima do sofá enquanto abro o meu pacote e, ladies, gentlemen and people in general, assim que meu home office acabar, posso dar início aos trabalhos do Feriado do Pecado!
Eu não sabia o que ia fazer com o caderninho emoxinho, mas eu também não estava nem aí.

Dez da noite, eu estou me divertindo e já até esqueci a porra do caderninho, quando alguém bate na porta. Dez da fucking noite e alguém vem bater à minha porta?
Eu sei que eu estou a fim de uma sacanagem neste feriado, mas não este tipo de sacanagem!
Fico quieta, fingindo de morta. Seja lá quem for, vá embora! Eu não vou colocar um sutiã de novo até a próxima Terça-feira.
Dali a um tempo, a pessoa desiste. Eu volto pros meus negócios. Francamente, quem eu preciso matar pra poder gozar em paz?
Tem um barulho de janela quebrada na minha sala, mas quem liga?
... Não, espera. O que eu ouvi onde?
Porra, tem um barulho de janela quebrada na minha sala!
Eu tranco a porta e pego o taco de beisebol debaixo da cama. É para momentos assim que eu tenho um isso, algo que eu nunca usei e nunca vou usar para jogar beisebol, porque ninguém joga beisebol neste país. Mas eu preciso me defender e, neste ponto, ele vai servir e vai ser menos suspeito que ter um porrete com pregos na ponta.
Eu me enfio no roupão mais felpudo e ridículo do mundo - realmente, vai ser embaraçoso lutar com um invasor em um roupão roxo com bolinhas brancas, mas okay, é o que tem pra hoje.
Eu abro a porta do quarto e saio no corredor, indo até a sala pé ante pé. Tem um vulto misterioso debruçado sobre o meu sofá. Eu não quero morrer hoje, pra polícia chegar aqui amanhã e achar minhas coisas no meu quarto.
Morrer não é uma opção. Aliás, a única opção é bater no malparido e aí chamar a polícia.
E é com isso em mente que eu corro e dou uma cacetada no invasor, mesmo quando ele se vira, chia e, puxando a capa sobre a cara, toma uma cacetada na cabeça do mesmo jeito e cai de bunda no chão.
Eu olho pro sofá e lembro da vovó Carlota e tal. Isso não justifica, mas explica. O sujeito vai apanhar ainda assim, pra aprender a ter modos.
Ele continua dando a performance mais decadente de Drácula já dada, ainda tentando pegar o caderninho. Eu vou batendo nele pra fora de casa, não tô nem aí, e vai embora engatinhando, sem o caderno ou qualquer resquício de dignidade.
-E não volte nunca mais!

Meu feriado está arruinado. Eu penduro todas as cabeças de alho da casa na janela - que vai ter grade sim, pronto e acabou! - e fico trancada no quarto a noite toda, pesquisando um vidraceiro que trabalhe de fim de semana. E, não bastasse, tem algum celular tocando em algum lugar, mas não é o meu.
Uma vez que amanhece, eu descubro o que andava apitando a noite toda. Parece que a criatura da noite perdeu também o celular, além da dignidade.
Ele tem várias mensagens e nenhuma senha. O celular, como o caderno, está na minha propriedade e eu vou xeretar sim.

Neste exato momento, eu estou vestida - eu coloquei um sutiã antes da Terça-feira, maldito seja! - e esperando pacientemente escurecer, porque aparentemente o filho da noite morava aqui, mas os descendentes não avisaram que iam vender a casa e pegar a grana. Ele está esperando esse caderninho maldito há uns 30 anos, e achou que seria seguro mandar para algum lugar longe da concorrência do restaurante dele. Ele está fazendo uma propaganda forte em cima do tal Glacê da Meia-Noite. Eu não ligo, não quero ligar e tem raiva de quem liga pra essa desgraça!
Eu só estou assim tão solícita porque ele disse que ia pagar a janela. O taco está em mãos, porque eu entendo, mas não perdoo.
Para todos os fins, meu feriado está arruinado e eu odeio vampiros decididamente.
Ahhhhh, a vida é injusta, eu continuo frustrada e agora estou puta. Valeu, Vovó Carlota e esse glacê não sei das quantas!


E fim. Eu escreveria mais tbh.
Bom, estamos abertas a críticas construtivas, sim e sim. Fiquem à vontade para deixar suas críticas e comentários.
E, por hoje, é isso.
Não esqueçam de checar o resto dos contos do pessoal do Together!
Tenham um bom feriadão pra quem emenda - not me, então - e bom finde pra todo mundo!
Kisus, kisus

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[TOGETHER] I have to say I love you in a song
written by Tenie at quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018


Olar colegas! Tudo bão?
Venho rapidinho garantir meu lugar no Together. 2018 começou com tiro, porrada e bomba, e eu estava sem vontade de blogar com tudo o que rolou.
Mas eu estou tentando voltar. Tentando me arrumar e me sentir confortável de novo.
Bom, vamos ao post!

Neste mês, pra comemorar o Valentine's Day, o tema do Together é Uma OST Romântica. Meme de música???? AMOOOOOO!
A ideia é montar uma trilha sonora de um filme romântico, seguindo o roteirinho que a Shana-chi nos propôs. E nós sabemos que essa Shana é danada de boa em criar roteiros - vide o Together de Dia das Bruxas, non? Sucesso total!
Esse roteirinho fisgou meu coração porque, recentemente, ya girl was in love e não deu muito certo - do tipo, não deu nem pra começar, não tinha chance nenhuma. E tudo bem, né? É a vida.
Ló-gi-co que a protagonista sou eu. Le mocinhe está em gender neutral because of reasons.
Alguns eu usei o shuffle. Outros eu dei shuffle várias vezes até sair algo que eu quisesse hahahaha
Então, vamos lá! Kiss kiss fall in love, coleguinhas!



Primeiramente: qual o nome do filme?

I have to say I love you in a song 
(Saído diretamente de um musical, da música Mixtape, de Avenue Q)

1. Créditos iniciais do filme
Unloveable - The Smiths
'And if I seem a little strange
Well, that's because I am'
[Esse saiu no shuffle e é maravilhosamente perfeita, decidi deixar. Eu colocaria vários quotes dela, na verdade, ela é toda perfeita. Eu entendo o sentimento da música e acho que é perfeita pra mim, num geral. Eu amo o The Smiths também, vocês perceberam]

2. O casal principal se encontra pela primeira vez
Sand in my shoes - Dido
'I know we said goodbye
Anything else would have been confused
But I wanna see you again'
[Eu tinha um romance que eu escrevia usando essa música. Dido é outra cantora que eu amo e já chorei muuuuuuito ouvindo essa música por causa de um crush de colégio. Eu amo, acho ela tão fofa e ela sempre me faz lembrar de parquinhos de diversão, que têm o chão de areia. Eu tenho boas lembranças desse tipo de lugar]

3. Começa a rivalidade entre o casal
Flesh and bone - The Killers
'What are you afraid of?
What are you made of?
(...)
And I'm running out of time'
[Vocês logo vão aprender o quanto eu estou amando o The Killers desde ano passado. E Battleborn é meu álbum favorito deles. Flesh and Bone é só o meu top 3 favoritas dentro de Battleborn. E daria uma sequência daora, com montagens dos dois se esforçando e sendo competitivos e sendo eles mesmos e sendo fofos e se aproximando aos poucos. A verdadeira música do casal, eu diria?]

4. A Protagonista conversa com ume amigue e fica pensativa...
Learning how to love - Colony House
'Take me
You took my hand and said trust me
You took my heart and said love me
With who you are
Not with who you were' 
[Outro ponto pro shuffle. Eu gosto de uma música do Colony House e ela nem é desse álbum. Agora gosto de duas. Achei essa música muito fofa???? Por favor, ouçam???? Ela é muito fofa!!!!]

5. A protagonista percebe estar apaixonada
End of the day - One Direction
'And you follow your heart, even tho it'll break'
'Love can be frightening for sure' 
[Eu gosto de 1D muito, muito, muito! Sem vergonha nenhuma, eu adoro a banda e ainda é um pouco triste que eles tenham se separado. Essa música eu ainda não tinha ouvido, mas é uma música bem 1D e, portanto, gosto hahaha]

6. O primeiro encontro oficial do casal
Such great heights - The Postal Service
'They'll see us waving from such great heights
Come down now, they'll say
But everything looks perfect from far away
Come down now, but we'll stay'
[Essa é outra que nunca falha em me fazer chorar. Eu acho que ela é a minha balada de amor, por motivo nenhum, ligada a ninguém. Só a Balada de amor da Tenie. Se vocês querem uma música bem Tenie, esta é ela. E nenhuma outra música seria mais adequada para o primeiro encontro que a música que aquece meu coração - e ela tem todas as vibes de um encontro dos sonhos, onde você e seu amorzinho estão tão conectados que estão num mundo a parte. E, pela primeira vez, ouvi-la me fez mais calma do que ela geralmente faz.]

7. E logo depois, a primeira briga
Sorosoro Ikanakucha - Suga Shikao
'Enough excuses, I've got to get going soon'
[Não seria filme romântico da Tenie sem Suga Shikao. Shikao é uma das coisas que eu trouxe da adolescência e, de fato, provavelmente o único cantor japonês que eu realmente, realmente gosto. Essa música esteve em Honey & Clover, que eu não vi até o final, mas que era uma paixão de um crush meu do colegial. Traz alguns sentimentos, mais por mim mesma que pela pessoa. Acho que essa foi a primeira vez que eu não chorei ouvindo essa música e isso é muito, muito legal.]

8. O momento bad vibes da protagonista
Youth - Daughter
'Destroy the middle, it's a waste of time
From the perfect start to the finish line'
Medicine - Daughter
'You could still be who want to
What you said you were when I met you
You've got a warm heart, you've got a
Beautiful brain
But it's disintegrating
From all the medicine'
Smother - Daughter
'I want all that is not mine
I want them but we're not right'
[Não pude escolher uma só. A Daughter é minha banda da bad, a banda da foça, mas também a banda pra ouvir e pensar "Okay, hora de seguir adiante". Eu adoro o som deles aliás. Me lembra um pouco Florence + the Machine. Youth foi a primeira música que eu conheci e eu ainda me identifico muito com ela. Medicine sempre foi a música que me fez chorar mais que tudo, e ela andou embalando um dia especialmente ruim recentemente - em relação a esse crush que nem começou. Smother é outra que eu gosto e que está aqui porque combina super com o momento foça da protagonista. É a Santa Trindade da foça pra mim. Mas, dessa vez, não chorei ouvindo nenhuma, o que me parece bom, um progresso, maybe?]

9. Le mocinhe percebe que não pode perder a protagonista
Stars and the moon - Audra McDonald (da peça Songs for a New World)
(Alternativo: John Tartaglia canta Stars and the Moon)
'I'll give you the stars and the moon and a soul to guide you
And a promise I'll never go"

[Eu AMO AMO AMO AMO essa música! Ela é uma montanha-russa: romântica, engraçada, triste, seca e açucarada, suave e brutal... E também é a primeira vez que eu ouço sem chorar. Talvez porque eu tenha percebido que sua vida não acaba só porque você não ficou com o cara x ou y, que você continua crescendo e se movendo mesmo assim. Mas, quanto a essa música, eu acho que o interlocutor tinha que ter ficado com o primeiro amor da música]

10. E vai atrás dela!
Incondicionalmente - Capital Inicial

[Eu escolhi essa especialmente, não vejo essa história completa sem essa música. Basicamente, a música que me fez gostar de Capital. Eu descobri essa música há mais de dez anos, em uma songfic Milo de Escorpião x Camus de Aquário, no tempo em que havia muitos sites de fanfics yaoi hospedados no Geocities. Essa música ainda causa um puta efeito em mim, sem dúvida. E daria uma puta cena, le mocinhe correndo para alcançar sua amada Tenie antes que ela parta sem que elu possa dizer que a ama e que vai esperá-la ou algo assim TwT]

11. Eles ficam juntes e vivem felizes para sempre~
You make my dreams - Hall & Oates

[Fazedores supremos de baladas românticas. Se não tivesse Hall & Oates, não ia ser eu. Essa, em especial, eu amo. Tipo, tem algo que eu não ame aqui? Não, mas né.]

12. Créditos finais do filme
Stephanie - Lindsey Buckingham & Stevie Nicks (1973)

[Outra coisa que eu achei por acaso na minha biblioteca. Essa foi meio roubada, confesso. Eu nem sabia que tinha esse álbum da Stevie aqui e fui fuçar e achei essa música toda instrumental e fofa à beça. Não resisti. Ela tinha saído pra rivalidade, mas decidi trocar a posição dela, encerrar com uma instrumental.]


E foi isso, porpetas!
Deu uma vontade de realmente escrever uma história disso. Bom, veremos!
Faço questão de ir no de todo mundo pra ver, adoro coisas musicais e com histórias hahaha
E ficamos por aqui hoje.
Tomem cuidado!

Kisus kisus

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[TOGETHER] Tenie of the night: Uma blogagem bruxesca
written by Tenie at terça-feira, 31 de outubro de 2017


UM HORRIPILANTE HALLOWEEN PARA VOCÊS, CRIATURAS DA NOITE!
Bem-vindes ao último post deste mês tenebroso que eu amo! E, como não podia deixar de ser, o último dia do mês ficou reservado para o post do Together!
Quando eu li a proposta, eu soube que algo tão terrivelmente maravilhoso tinha que ficar pro final! E cá estamos!
Antes de mais nada, meus parabéns pra Shana, que só criou a melhor proposta de postagem coletiva pra um mês de Outubro! Todo mundo aplaude!
Eu não li o roteiro antecipadamente, então vai ser tudo uma surpresa aqui... Tô muito animada! MWAHAHAHAHAHAH
Vamo que vamo, coisinhas!

Você está com um grupo de amigos, e eles resolvem visitar um local ~assombrado~. Onde eles querem te levar?
Tudo bem, crianças, story time! Tudo começou com um tal castelo gótico, um tal de palácio num planalto. Eu nem sabia que tinha castelo no Brasil que não fosse um museu ou estivesse em um museu.

Ok, o local foi definido - mas e aí, qual a sua reação? Você vai?
Olha, nunca ouvi falar desse lugar, eu não curto essas coisas de assombrado e eu já vi filmes de terror o bastante pra saber que é uma ideia ruim. E minha mãe ia virar um pesadelo se eu fosse, então nope, vou nada.

Seus amigos são sacanas e já tinham decido te arrastar independente da sua vontade. Como é o trajeto?
A gente vai de carro, tipo roadtrip, então rola de tudo: muito congestionamento até sair de SP, um calor que não é brincadeira (porque eu nunca na minha vida fiz uma viagem de carro que não envolvesse muito, mas muito calor), algumas horas de músicas antigas que todo mundo sabe cantar, umas rusgas entre as pessoas porque o confinamento em um carro faz essas coisas rolarem mesmo nas melhores famílias, umas selfies, risadas e fofocas, porque seres humanos juntos, non? Uma bela dramédia de jovens adultos, eu diria.

Ok, parece bom. Chegando lá, ninguém quer entrar no local ~assombrado~, e resolvem tirar no palitinho. Quem foi o escolhido? Claro que é você! E agora?
Claro que Tenie levou o farelo. Pra um palácio, isso aqui tá mais pra Castelinho da Rua Apa, bem chinfrim e tal. Mas todo castelo que se preze tem aldrava e umas gárgulas - mesmo que essas sejam só flamingos de jardim muito feios. Como eu sou educada, eu pego a aldrava e bato 3 vezes.

Bom, você é o protagonista, etão independente da pergunta anterior, você adentra o local ~assombrado~. Quais são as primeiras 3 coisas que você vê?
A porta abre e vossa corajosa sqn protagonista adentra o ambiente obscuro. Há uma escada em espiral no centro do vestíbulo, um pequeno e fofuxo, porém suspeito, patinho de borracha sobre um degrau... E, o mais assombroso, o mais aterrador... Um afresco de Romero Britto. E eu tenho todo o direito a dizer isso, eu sou Brito também e isso não é Brittofobia.

Hm, é, ok. E aí, é ~assombrado~ mesmo?
Olha, é mais assombroso que assombrado.

Tá. Bom, de qualquer maneira, você precisa explorar um pouco mais. Ah é, seus amigos te obrigaram a fazer uma aposta! Qual era a aposta?
Um ano de comida grátis nos rolês se eu voltar viva. Não tenho nada a perder.

Ok, missão definida, você está desbravando o local. O que está acontecendo?
O pato psicopático está na dele, o afresco do horror também está lá, assombrando, e a escada está...

Ei. Você ouviu isso?
A escada está rangendo. É isso, produção? A escada está rangendo?????

Ufa. Era só a sola do meu sapato fazendo barulhinho. Continuemos. A propósito, você não está mais sozinho. Fique atento.
Ah, calma, não. Era só o pato fazendo barulhos constrangedores... Bem que Billy & Mandy me avisou dos perigos dessas criaturas. Agora acho que posso desencostar da parede... Não ia me esconder muito anyway. Mas eu ainda acho que tinha alguém descendo as escadas.

Você provavelmente tinha algum instrumento com você. Se for uma lanterna, ela vai cair num buraco. Se for um celular, vai acabar a bateria. O que você vai fazer agora?
Eu tinha uma caixinha de fósforos... Eles são ruins, tentei acender todos enquanto achava que alguém estava descendo pra cá... Eu vou reclamar muito desses caras no ReclameAqui quando eu voltar pra civilização. Talvez tenha uma trilha de palitinhos atrás de mim... Ooops.

Você acaba de se dar conta de que está perdido no local e não consegue mais ouvir seus amigos. Qual a primeira coisa que te passa pela cabeça?
Fu-deu. Sou muito jovem pra morrer e muito velha pra me mijar.

Tem algo atrás de você. Mas você não pode ver. E agora?
CORRE, COLEGUINHA, CORRE!




Parece um plano. Continue assim. Enquanto isso, você percebe que está cada vez mais escuro. O que você faz?
Fecho os olhos e continuo correndo, porque o que é um pum pra quem tá todo cagado, non?

Tem algo aqui. O que é?
É o... O Ilegítimo, aquele-que-não-gosta-de-ser-nomeado, aquele que cortou minha futura bolsa de mestrado e comeu a marmita da marmota e tantas coisas inomináveis, socorro.

Certo. Qual o seu plano pra se livrar disso?
UMA ESTACA!!!! EU PRECISO DE UMA ESTACA!

Você não conseguiu se livrar disso. Agora, está ouvindo vozes. Não são seus amigos. O que você faz?
Não tem estacas por aqui - claro, é o cafofo do cara, né. Eu não ia encher meu cafofo de doces com maçã, minha kriptonita. Duh. Se O Ilegítimo está aqui e essas vozes não são meus migues, entonces só pode ser a trupe toda: Fred Kruge e o Jason, o Alien e o Predador, o Chuck e a Annabelle, o Lobão e o Roger... Vixe. Vieram levar meus patos à meia-noite, que nem naquele filme do Zé do Caixão.

Bom, a essa altura você já amaldiçoou todos os seus amigos, a sua sorte e toda a sua árvore genealógica. Qual o plano?
Coleguinha, como assim plano? Acho que é bater e correr e rezar, igual quando tá acabando o prazo pra entregar os trabalhos da faculdade.

Em meio a seu desespero, você encontra um objeto que pode te ajudar. O que é, e como você vai usá-lo?
É uma nerf!!! Porque água derrete bruxa, derrete vampiro (mas vai ter que dar uma rezadinha em cima dela depois) e afasta até mau humor. Uma nerf bem peruada, veja bem: com muito glamour, purpurina e glitter, cada esguicho é um flash!

Em posse do seu plano e do seu objeto, você chega a um novo ambiente no local. Descreva o lugar.
O plano sofreu um upgrade para ATIRAR PRIMEIRO E PERGUNTAR DEPOIS! (Enquanto corro, claro, porque não pode bobear)
E nessa eu termino em uma salinha muito pequena e clara, com várias coisas empilhadas e cobertas por lençóis. Não há janelas ou portas, nem mesmo sei por onde entrei.

Neste ambiente, você encontra um caderno, parece um diário. Como ele é?
Um moleskine preto pequeno de capa brilhante, bem comunzão.

Você eventualmente descobre que o diário foi escrito por você. Você está morto há 33 anos, e sua alma está presa ao local. Algo te impede de seguir adiante e, se você não descobrir o que te prende no mundo terreno, está fadado a repetir o mesmo ciclo todos os dias, por toda a eternidade. Qual a sua reação?
Eu não ganhei um ano de comida de rolê grátis? O peixe morre pela bocarra mesmo, tem jeito não. Sacanagem, pô. E eu não queria ter morrido bv e virgem???? Estou muito frustrada, chateadíssima.

Você consegue se lembrar o que te prende no plano terreno?
Morreu bv, sem ir à Broadway e sem publicar nenhum livro ou comprar um vibrador..... Não faço a menor ideia. O que que será que pode estar acontecendo? Deve ser a aposta que eu perdi, envolvia comida e isso é um ponto fraco pra taurinos como eu, né.

Havia algo com você no meio da história. Está de volta. Você pode fugir ou interagir. Tomada a sua decisão, o que acontece?
Eu ainda estou meio chocada, bem chateada e bem puta da vida - ou da morte, whatever - quando eu vejo um lençol com um formato vagamente familiar. Sobre a montoeira de coisas, a forma de um gracioso e fofuxo, porém ainda suspeito, patinho. E eu sei que esse patinho tem alguma coisa a ver comigo, porque ele tem olhinhos redondinhos e é só um pouco suspeito, ao contrário daquele irmão maior dele, o famoso. Como uma lembrança muito, muito distante de algo que é engraçadinho, mas irrelevante, como um patinho de borracha e outros bibelôs. Eu enfrento a bagunça para resgatar Dan, o Patinho, já que estamos presos aqui mesmo.
Quando puxo o lençol, não há mais bagunça, diário, lençóis, chão ou teto... Só eu e o dito patinho no abismo de sei-lá-onde.

Você está caindo. O que está acontecendo?!
Boa pergunta! Esse narrador só quer saber de perguntar, perguntar, responder que é bom, nada! Hey, Dan Patinho! Você por aqui! Gostaria de entrar e tomar uma xícara de chá?

Você acordou na sua cama. São 5:55 da manhã. Foi tudo um sonho?
Ufa, parece que foi... Só... Um... Que que é isso que eu tô deitada em cima? ... PQP, que aqui quer dizer Pato Que Partiu. Dan, o Patinho é real, eu devo ser Donnie Darkko... Droga.

Você começa a seguir sua rotina. Há uma sensação de deja vu. O que você está pensando?
Talvez seja Premonição, saca? Eu sempre tive o patinho, era meu elo com o mundo fora da premonição, e agora o danado é a prova de que a vida é uma franquia de slasher barata mas viciante, cujo o quinto filme é muito melhor que os outros quatro juntos. Eu tive uma premonição, é isso. Agora o que eu preciso fazer? Me internar e nunca mais sair? Cavar um bunker e nunca mais sair? Me confessar pro crush e morrer? Seguir o baile e morrer? Eu não tenho crush, não tenho pá e, bom, meus amigos estão aqui... Eu não quero seguir o baile? Por favor?
Eu olho pra Dan, o Patinho, com aqueles olhinhos elípticos pintados na carinha borrachudinha, e começo a chorar porque a minha vida tá uma merda e eu tenho que resolver os rojão tudo senão eu vou morrer e não vou nem mais ter vida pra reclamar que tá uma merda.

Você acaba de descobrir algo relevante para a história. Nos conte!
De repente, eu sou envolta em uma espiral colorida, brilhante e extravagante... E me transformo na Super Pata (em homenagem a Super Pig, ló-gi-co), defensora do amor, da justiça e do pessoal que faz muito papel de bobo. Minha frase de efeito é "Nunca se é tarde demais para deixar de ser trouxa"... Ou eu gostaria que fosse, anyway.

Com a sua descoberta, a história tem um plot twist (reviravolta). O que está acontecendo agora?
Sob a proteção da Constelação de Cisne (Também não sei porquê, eu estou ciente de que meu objeto mágico é um patinho de borracha, chamado Dan, e que pato não é cisne), eu sou capaz de derrotar O Ilegítimo e salvar a minha pele e o dia - por hoje. Bom, mas tudo na vida é só por agora mesmo, non?

Você está de volta ao local. Explique.
Agora o pato vai comer! Ainda assim pegamos congestionamento. Meu palpite é que estou presa em um loop temporal. A aposta é feita, eu entro e lá está meu adversário. Eu me transformo na Super Pata e atravesso o afresco assombroso em busca da única coisa que pode me ajudar agora: uma estaca. O cara realmente guardou uma estaca em casa... Impressionante. E eu achava que eu era trouxa.

Você precisa realizar uma ação. Qual?
Eu luto contra O Ilegítimo com cabeças de alho e os poderes da Pata, até finalmente conseguir enfiar a estaca em seu coraçãozinho vampiresco... Me preparo para encarar o resto dos monstros no castelinho, mas com O Ilegítimo materlado, o resto da trupe e do palácio somem... Porque eles são uma ilusão!
Eu acordo no carro, depois de ter desmaiado de tanto espirrar dentro do tal palácio num planalto.

Depois de tudo, você só consegue pensar em uma coisa: o que é?
Que era tudo coisa da minha cabeça e que eu agora só vou em rolê que tiver comida. Por outro lado, eu não sou uma garota mágica... Triste.

Parabéns! Você chegou ao final. Você sobreviveu?
Claro. Se eu não saísse de um pastelão desses, eu podia fugir do país e mudar de identidade, a vergonha ia perseguir Tenie F. Shiro para sempre.

Tem certeza?
Uhum, mas foi por pouco, hein.

Mesmo, mesmo?
Claro, coleguinha! Pare de me pressionar, tô ficando confusa.

Você se depara mais uma vez com o diário. O que está escrito?
"Vá dormir, Stephanie. Que saco, tu não consegue acertar a porra do horário de sono por causa dessas"

Com o que você descobriu, coloque um fim nessa estória, de uma vez por todas!
E Tenie foi para casa dormir e curtir o Halloween, feliz pra sempre. Fim.


Quando eu respondi às últimas perguntas, juro que não estava chapada, só estava com muito sono [Cochilou entre uma pergunta e outro nas últimas 5 ou 6], mas mesmo sem sono eu tenho esse humor nonsense pastelão, meio Rock Horror Show, meio Sai de baixo, meio TV Globinho... HAHAHAHA
Vergonhoso, claro, mas eu não posso negar quem eu sou HAHAHAHAHA
Amei, amei, amei o roteirinho, Shana-chi vai ter material pra fazer me interditar por uns cem anos aqui, mas certamente foi uma das coisas mais divertidas que eu já respondi e fiz por aqui. Obrigada por ser sempre tão terrível, Shana! ❤️
Sobre o patinho de borracha, uma trivia: um dos meus tios tinha uma coleção de patinhos decorativos e ele passou todos pra mim quando eu nasci... Obviamente que a pequena Tenie não deixou sobrar pato sobre pato, eu nem lembro como eram os danados. E outra curiosidade sobre Dan, o Patinho: Ele existe, mas é um livrinho. Foi o primeiro livrinho que eu ganhei, é em formato de pato e é sobre um patinho (chamado Dan, claro) que tem medo de água e não sabe nadar. Eu ainda tenho esse livro, aliás, só não sei como ele sobreviveu à minha infância. E é claro que eu sou contra o uso de patinhos inocentes como símbolos de pseudo-gestores narcisistas e instituições suspeitas no geral. Recuse qualquer pato que tenha X no lugar dos olhinhos elípticos bem-intencionados.
E é isso. 🎃🎃🎃 Lembrando que o último post do Bruxas foi um conto halloweenesco - dois, um meu e outro da Shana. Então, não deixem de conferir ambos! O da Shana AQUI, no Hishoku, e o meu neste link aqui, neste mesmo local 👻👻👻
Espero que Outubro tenha sido mágico e divertido pra todo mundo, mas que Novembro seja muito melhor!  E, bom, reta final de 2017... Como lidar?
Até a próxima temporada assombrada de blogagens, migues! 🔮
Spooky kisoos


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[Bruxas do 31] Folclore maldito
written by Tenie at sexta-feira, 20 de outubro de 2017



Bem-vindes ao penúltimo post do nosso amaldiçoado, desprezível, abominável Bruxas do 31 de Outubro!
E, por favor, permitam-me dizer: Outubro, pelo amor das deusas, tenha piedade de mim!
Uma coisa que o Bruxas me faz perceber é como as semanas passam rápido. Outra é como eu sou tão pouco teatral comparada com a Shana-chi... Colegas, a mina é muito boa na arte dos posts temático e da blogagem em geral (e em vários rolês, mó mina zika, coleguinhas). A Shana-chi é a diva que eu
e você queremos copiar, né non?
O post de hoje é curtinho porque estou com a casa em reformas e a minha vida tá toda revirada - e assim ficará por mais uns 10 dias... Estou cansada só de pensar nisso!
Outra coisa cansativa é pensar que minha estante de livros está em petição de miséria e eu preciso conceber um plano rápido para esvaziar a bichinha... Vai rolar um 20 anos em 2 meses, aparentemente. Agora eu estou mais cansada.
Agora que já fiz uma publicidade da minha comadre e choraminguei um pouco, vamos ao calamitoso post da vez!


Hoje é dia de valorizar nosso folclore, que também é cheio de lendas assustadoras! E eu sei disso desde muito cedo porque Cata-lendas. Caramba, aquele programa era uma fofurinha, eu amava a Dona Preguiça e o Preguinho, mas tinha cada coisa que eu ficava literalmente

Bonitiinhu... Mano do céu, que que tá conteceno? Pra que issu, mano? Credo!

Se tinha uma lenda que me deixava com o coração na mão toda vez - mas eu sempre via, porque desde pequenininha eu vivo la vida loka - era a do Mapinguari. PQP, que medo que eu tinha daquela criatura!
[E sim, a fonte principal deste post foi o Cata-lendas, que está disponível no Youtube]
O Mapinguari é essa criatura monstruosa coberta de pelos, gigantesca, com um olho no centro da testa (como eles viram isso entre tudo aquilo de pelo? Fica a pergunta) e uma bocarra no lugar do umbigo - Nightmare fuel procês, coleguinhas: se ele é gigante, imagino que a cabeça de um humano médio deva bater na linha do umbigo dele... Imagina tu andando por aí, na floresta... Você não ia nem saber o que te pegou. Até porque a Dona Preguiça já dizia que ele gostava de comer cabeças e eu sei que a Dona Preguiça xamais mentiria pra mim.
Algumas versões alegam que o Mapinguari usa um tipo de armadura de casca de tartaruga, outras afirmam que sua pele é tão resistente quanto a couraça de um jacaré. Outras versões alegam que ele teria pés em formato de mãos de pilão (aquela parte do pilão que você usa pra esmagar as coisas. Explicação nota 10 da Tenie). Como se ele já não fosse letal e assustador o bastante sem isso, néam?
Essa não é só uma lenda nacional, já que o Mapinguari mora entre as florestas amazônicas brasileira e boliviana - sim, amiguinhes, o Mapi tem dupla cidadania e você não!
Como muitas criaturas do folclore, ele costuma se fartar em caçadores e fazendeiros que não sabem respeitar a floresta. Imitando o chamado dos caçadores (no Cata-lendas, era o assobio, que eles usavam para se distinguir dos outros), vai até aqueles que respondem e, como ele não é fraco não, não adianta nem atirar, porque um sopro do Mapinguari pode dilatar o aço do cano da arma. Poucos escapam, e os que conseguem, ficam com sequelas e feridas para o resto da vida.
Você sabe que um Mapinguari passou porque ele deixa um rastro de árvores derrubadas e destruição, e um cheiro pestilento, um pouco parecido com o de um gambá, mas pior, capaz de deixar a presa tonta e vulnerável. Novamente, isso porque a boca do bicho já fica na altura da cabeça de uma pessoa de altura média... Imagina isso tu já estando tonto e bem confuso. Isso, claro, se você tiver a sorte de chegar ao local depois que ele passar, porque se você estiver por perto ou in loco quando ele estiver passando, você vai saber da presença dele na hora em que ouvi-lo gritar - porque não basta quebrar tudo, tem que se esgoelar também.
Para a nossa alegria (???), alega-se que o Mapinguari seria um criptídeo diurno, deixando a noite para dormir, como nós claramente não como eu, porque blog all night here. Há divergências, claro, mas segue o bonde aqui.
Há teorias de que o Mapinguari seja apenas uma preguiça pré-histórica gigante que sobreviveu de alguma forma a... Bom, tudo que rolou nos últimos anos e talz. Porém, por alguma razão engraçada, a única criatura capaz de afugentar um Mapinguari é um bicho-preguiça - sim, aquele coleguinha de bracinhos e perninhas longos e com aquela carinha simpática, com o qual a gente se identifica só um pouquinho. Então, nunca vá a Amazônia sem um bicho-preguiça #ficaadica

Se o Mapinguari tem medo dela, acho que nós também deveríamos. Just saying

Já deu pra entender porque a Dona Preguiça contava essa história e ficava de boinhas lá, na maior serenidade 👀👀👀
Apesar de a Wikipedia trazer um relato de avistamento de dois mapinguaris, um macho e uma fêmea, em 1967, não há confirmações científicas da existência dos mesmos.
Se os Mapinguaris estão por aí, favor agir, porque se depender do nosso governo, não vai sobrar nada nem da Floresta Amazônica, nem dos animais silvestres, nem de nós mesmos, aliás. Então, se os coleguinhas puderem agir, a gente até dá um jeito de recolher as preguiças temporariamente.
Em suma, se você estiver na floresta amazônica e ouvir um assobio ou chamado que pareça humano e sentir um cheiro horroroso, suas únicas chances são: ficar bem quietin e correr, achar um bichinho-preguiça o quanto antes ou dar um tiro perto do umbigo do Mapinguari - Dona Preguiça que me disse e aquele fantoche sabia de coisas, sim!


Agora, se você vai ficar na selva de pedra como moi, semana que vem temos o último post do Bruxas e ele é mais que especial: vai ser um conto cujo prompt foi selecionado através de palavras aleatórias, com uma música de nossa escolha (dentre 3 que cada uma escolheu de seu repertório de músicas inspiradoras para escrever) e com uma imagem de inspiração que uma escolheu para a outra.
E eu estou terrivelmente animada para isso!
Então, semana que vem todo mundo aqui, ok?
Mas, antes de qualquer coisa, it's dangerous to go alone! 

Take this smol sloth with you and be safe! 😉

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[Together] Blogosfera from hell
written by Tenie at domingo, 24 de setembro de 2017

Olá, queridinhes da Tenie! Tudo bem?
Faz muito tempo que não venho aqui, eu sei. Hoje eu vim rapidinho para atualizar algumas coisas sobre a minha vida e para fazer o post deste mês do Together.
Bom, senhoras, senhores e todo mundo, eu FINALMENTE me formei! Finalmente sou bacharel em Marketing, depois de 6 anos de estudo! Eu estou contente, mas eu estou cansada acima de tudo... É, acho que cansaço poderia ser até uma característica da minha personalidade.
E, fora isso, eu fui ver Les Mis no teatro e é um musical maravilhoso. Quem estiver em Sampa e estiver disposto a pagar, vale super a pena.
Agora, vamos ao Together!
Coleguinhas, a vida na blogosfera não é, nem de longe, um mar de rosas.
Hoje é o dia de tirar do peito as mágoas que eu tenho com a blogosfera, porque o tema do Together deste mês é "Coisas que você odeia na blogosfera".


Faz tempo que eu não penso nas coisas que eu desgosto da Blogosfera, porque o Kaku já virou um bloguinho ermitão, meio afastado das coisas.
Mas eu posso dizer que eu detestava quando entravam para falar coisas do tipo "Oiiiiiiii, visite meu blog! Beixinhos!" lá pelo final dos anos 2000, quando ainda não tinha vindo a febre do Youtube e todo mundo tinha blog, e mesmo que você estabelecesse contato com o blog e tal, a pessoa nunca lia o post... NUNCA! Isso melhorou muuuuito pra mim, mas é porque eu não saio mais por aí atrás de parceiros e tal, eu acho. E isso é um dos motivos pelos quais eu demoro muito para responder comentários - porque eu quero sempre pegar um momento bom pra sentar, ler e apreciar aquilo que a pessoa escreveu no post dela e que fez pelo próprio blog. Afinal, depois de todo o esforço, a pessoa quer um pouco de reconhecimento, né?
Bom, tem uma coisa saída lá dos primórdios do Kakumei, que eu não propriamente odeio, mas que eu sempre achei esquisito e sem-sentido. Era um tal de grupo de bloggers que não tinha nada a ver com os prédios ou contests ou blogagem coletiva... Era só um grupo, centralizado no blog de um cara super obscuro, e aparentemente 90% dos envolvidos tinha blogs com posts de 5 linhas em fonte 32 e todo o layout era de mega-gifs enormes e brilhantes que demoravam quinhentos anos pra carregar. E  todas as mensagens deles tinham cara de spam... Tempos tenebrosos. Eu ainda não sei o que rolava ali, sério.
Atualmente, o que eu mais odeio é que a maioria dos template shops e outros sites que ensinavam coisas e traziam materiais para quem queria aprender e talz saíram do ar. Pelo menos, a maioria que eu conhecia. Eu sinto muita falta de sites como o Vicky's e o Thomoeda Templates.
Porém, o que me incomoda mais na blogosfera atual é como muita gente que começou por amor, agora está blogando por... Sei lá, fama? Dinheiro? Who knows? Parece que todo mundo quer ganhar grana blogando ou vlogando, mas isso é complicado, néam? Além do mais, essas são coisas nas quais a gente se envolve por amor, eu acho, o resto é consequência... Bom, em tese, porque enquanto marqueteira, eu não acredito em nada que seja aleatório quando se trata de money money money.

E este foi o post de hoje!
Aguardem novidades no mês que vem, porque Outubro trará coisas assombrosas! ;)
Nos vemos!
Kisus, kisus

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[TOGETHER] Os sobreviventes da Blogosfera
written by Tenie at domingo, 16 de julho de 2017

Hey-yo, coleguinhas! Tudo bem?
Venho neste momento com o primeiro post da blogagem coletiva do Together! Quem não sabe do que se trata, clica lá no link e venha conhecer esse projeto tão bacana!
O primeiro tema do Together é O que nos mantém na Blogosfera (parte do Wild Wild West, ou WWW pros íntimos), esse lugar tão estranho, cheio de gente mais estranha ainda - eu, inclusive, sou uma dessas pessoas estranhas - e a gente  tem que segurar um forninho por dia.
Bom, neste momento, o Photobucket acaba de fazer uma cachorrada com todo mundo e, francamente, mal vejo a hora que ele quebre e exploda.

Exproda, Photobucket, seu ingrato, exproda!

Bom, apesar disso, eu continuo na Blogosfera desde 2007 (O KAKU FEZ 10 ANOS E EU, INGRATA, NÃO FIZ NADA!!!!!), como muita gente que eu sigo e conheço. Por quê?
Vamos descobrir nesta primeira blogagem coletiva!


Eu vou começar do começo, porque eu adoro contar a história do blog: lá em 2006, eu achei um SaKuRa'S BLoG (assim mesmo, migos, bem 2000s). O url era sakura4ever  e era do Blogger Brasil (que era da Globo e foi desativado em 2015) e eu nunca me esqueci disso. O blog, na época, estava com um layout roxinho da Sakura Card Captor, era cheio de brilhinhos, tinha music player, calendário, reloginho... E eu fiquei encantada! Queria um bloguinho pra ser cheio de brilhinhos, música, coisinhas.
Aí fiquei um tempão convencendo mamãe a me deixar fazer blog - e era um "deixa, mãe" pra cá, "deixa, mãe" pra lá! Até que mamãe deixou.
Esse tipo de gif om glitter era super-popular na época. A moçada ainda usa ou nay?

Eu comecei aqui mesmo, no Blogger verdadeiro, mas eu não sabia mexer direito em html, então fugi pro Uol blog, onde fiquei até 2014. Mas, antes disso, já tinha ido e voltado em todos os hosts possíveis.
Eu lembro que, na época, todos os serviços de hospedagem/e-mail/internet tinham um serviço de hospedagem de blogs: O UOL tinha o zip.net, o Terra tinha o weblog.com, o da Globo era blogger.com.br (o que causava uma baita confusão na minha cabeça). Só não tive blog no Blogger Brasil porque era pago.
O primeiro blog era chamado Tenie no Diary - é, mis amigos, as coisas sombrias que eu fiz no final dos anos 2000. O segundo blog, que sobrevive até hoje lá nas terras perdidas do UOL blog, começou chamando Tenie no Diary II, por falta de breguice do primeiro nome, e virou Kakumei em algum momento. E permanece Kakumei até hoje.
De 2007 até hoje, eu passei por várias coisas - muitas nem eram divertidas - sobrevivi à era dos fotologs, sobrevivi à morte do Geocities, depois do UOL host, depois de outros serviços de hospedagem de sites, imagens e arquivos.
A parte que eu mais gosto de ter um blog, além de poder usar vários gifzinhos fofos, é mexer no layout. Apesar de eu demorar quinhentos anos para fazer um layout novo e tal, eu adoro.
Eu confesso que tenho curtido a blogosfera muito mais depois de 2014 - desde que eu conheci a Shana e me desvencilhei do UOL blog e conheci algumas pessoas legais com blogs legais.
Acho que, no fim, a blogosfera sempre me faz sentir em casa e, por isso, eu sempre volto.
E vocês? Por que continuam na blogosfera?  =)
Este foi o post de hoje. Visitem o Together e os blogs associados, vale a pena!
Aliás, eu tenho uma novidade aos navegantes: Fiz um vlog literário, cujo link é este. Se você curtir essas coisas e achar que eu mando bem, se inscreve lá e me segue ;)
Tenham uma ótima semana!
Kisus, kisus


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